14/04/2012

Alunos da USP farão ‘semana do baseado’

Vamos ver até onde a libertinagem vai aqui no Brasil. O STF foi totalmente infeliz ao decidir que não se pode proibir manifestações pela liberação da maconha. Está aí um dos sintomas dessa decisão.

Alunos que serão o futuro de uma nação estão desorientados buscando (incitando) a liberação de uma droga que te deixa alucinado, fora de sua razão. Realmente é imprevisível o modelo de sociedade que teremos no futuro. Precisamos refletir urgentemente sobre isso e voltar a ter valores, princípios, moral, respeito, prudência e organização.
Logo abaixo você verá que irão usar uma droga lícita (o álcool - cerveja) para arrecadar fundos pela marcha da maconha, ou seja, pela liberação de mais uma droga.
Acorda sociedade!!

Veja a reportagem que foi publicada nos sites do Estadão e da Folha, nos dias 12 e 13 de abril de 2012:


Camilla Haddad - O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Alunos da Universidade de São Paulo (USP) promoverão, entre segunda e sexta-feira, a Semana de Barba, Bigode e Baseado. Serão cinco dias de atividades para discutir a proibição do uso de drogas ilícitas no câmpus do Butantã, na zona oeste da capital. Está prevista uma noite do fumo, que, "para efeitos jurídicos", terá "apenas orégano, substância lícita". O convite para o evento é feito pelo Facebook.

"A semana terá um caráter lúdico e libertário", disse Caio Andreucci, estudante do 3.º ano de Ciências Sociais e um dos organizadores. Ele contou que a ideia surgiu na Frente Uspiana de Mobilização Antiproibicionista (Fuma). O grupo foi fundado no fim do ano passado, em meio aos protestos surgidos após a Polícia Militar flagrar três estudantes com maconha na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), que acabaram com a invasão da Reitoria.

Segundo Andreucci, a maioria dos participantes é da FFLCH, mas devem marcar presença também alunos do Direito. "A gente vai discutir a moralidade na questão das
drogas com ironia e piada", prometeu. Na segunda-feira, dia 16, serão apresentados documentários sobre drogas e mulheres que vivem no mundo do tráfico. As sessões serão exibidas no Espaço Verde, um sala da FFLCH, a partir das 20 horas. No dia seguinte, será a vez do fumo lícito, como definiu o regulamento do evento. Na mesma página na internet, os estudantes postaram que "droga não é demônio" e o que estará em pauta é a "autonomia sobre o próprio corpo e a liberdade de escolha". Professores da USP estão entre palestrantes anunciados no Facebook.

Apesar das frases, Caio lembrou que não serão fornecidas drogas no local. "É uma questão que não podemos controlar, mas não vamos incitar."

Arrecadação. No último dia de discussões, previsto para a próxima sexta-feira, será realizada uma cervejada na faculdade. O dinheiro arrecadado com a venda de bebidas será revertido para a Marcha da Maconha, movimento que defende a legalização da droga no Brasil.

A Assessoria de Imprensa da Reitoria da USP informou que não vai se manifestar sobre o evento. No mês passado, o coronel da reserva Luiz de Castro Junior assumiu a Guarda Universitária da USP. Ele não foi localizado pela reportagem para comentar o assunto.

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