07/06/2012

Mulher confessa ter esquartejado marido, diretor da Yoki.

Muitas pessoas ainda não acreditam na ação do MAL na vida do ser humano e nas consequências que o PECADO pode trazer. Vejam este caso: um casal de ótimas condições financeiras, a mulher Bacharel em direito e enfermeira, tudo indicava que teriam uma vida tranquila e feliz, mas o pecado entra e destroi tudo.

Alguns acham que traição é uma coisa normal, acham que se for para ser feliz, que seja.

Segundo as notícias, o marido cometeu ADULTÉRIO e por isso sua esposa o matou. E aí, que vida é essa? Quais VALORES essa nossa sociedade tem defendido? O homem desobedece a Deus e acha que mesmo assim se sairá bem. A Bíblia diz que o salário do pecado é a morte (Apocalipse 6:23).

Onde iniciou o pecado? No adultério. Onde terminou? Na morte, trágica. Imaginem o que passará na cabeça da filhinha deles quando ela crescer? Vejam as CONSEQUÊNCIAS do pecado e do afastamento de Deus. Esse é o mundo que a sociedade atual tem gerado. MUDANÇAS? Só se o homem se aproximar de Deus.

O adultério parecia certo, mas levou à morte. ("Há caminho que parece reto ao homem, mas no final conduz à morte." - Provérbios 16:25)
Pensem nisso!

Abaixo segue notícia retirada do seguinte endereço: http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5819857-EI5030,00-Policia+diz+que+mulher+confessou+ter+matado+e+esquartejado+empresario.html

Polícia diz que mulher confessou ter matado e esquartejado empresário
06 de junho de 2012 • 13h31 • atualizado às 16h51


Elize chegou na delegacia para depor por volta das 10h desta quarta-feira. Foto: Adriano Lima/Terra

A bacharel em Direito e técnica em enfermagem Elize Araújo Kitano Matsunaga, 38 anos, confessou ter matado e esquartejado o empresário Marcos Kitano Matsunaga, 42 anos, com quem era casada e tem uma filha. A informação foi confirmada pelo diretor do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), Jorge Carrasco, na tarde desta quarta-feira.

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Segundo Carrasco, a autora do crime contou que, na noite do dia 19 de maio, interpelou o marido porque ficou sabendo que havia sido traída. Na discussão, Elize disse que foi agredida e matou o empresário. Depois de dar o tiro na cabeça de Marcos, ela o arrastou para um banheiro da empregada do apartamento de 500 m² do casal. O cômodo ainda não havia sido periciado. "Ela esquartejou com facas que irá apresentar posteriormente à polícia e ressaltou que fez tudo sozinha", destacou Carrasco.

Elize disse que usou no crime uma arma de calibre 380, que estava entre as doadas por ela à Guarda Civil Metropolitana de São Paulo antes de ser presa. Ela também confirmou que as malas que aparecem nas imagens das câmeras do prédio onde mora foram usadas para transportar as partes do corpo do marido, mas não revelou o paradeiro.

A polícia pediu a prorrogação da prisão temporária por 30 dias para a Justiça em Cotia.

Empresário é esquartejado
Executivo da Yoki, Marcos Kitano Matsunaga, 42 anos, foi considerado desaparecido em 20 de maio. Sete dias depois, partes do corpo foram encontradas em várias regiões da Grande São Paulo. Segundo a investigação, o empresário foi assassinado com um tiro e depois esquartejado. Principal suspeita de ter praticado o crime, a mulher dele, a bacharel em Direito e técnica em enfermagem Elize Araújo Kitano Matsunaga, 38 anos, teve a prisão temporária decretada pela Justiça no dia 4 de junho. Ela e Matsunaga eram casados há três anos e têm uma filha de 1 ano. O empresário era pai também de um filho de 3 anos, fruto de relacionamento anterior.

De acordo com as investigações, no dia 19 de maio, a vítima entrou no apartamento do casal, na zona oeste da capital paulista e, a partir daí, as câmeras do prédio não mais registram a sua saída. No dia seguinte, a mulher aparece saindo do edifício com malas e, quando retornou, estava sem a bagagem. Durante perícia no apartamento, foram encontrados sacos da mesma cor dos utilizados para colocar as partes do corpo esquartejado do executivo. Além disso, Elize doou três armas do marido à Guarda Civil Metropolitana de São Paulo antes de ser presa. Uma das armas tinha calibre 380, o mesmo do tiro que matou o empresário.

Em depoimento dois dias depois de ser presa, Elize confessou ter matado e esquartejado o marido em um banheiro do apartamento do casal. Ela disse ter descoberto uma traição do empresário e que, durante uma discussão, foi agredida. A mulher ressaltou ter agido sozinha.

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