11/07/2012

Presidente Dilma e a Greve nas Universidades Federais - Governo ditatorial que discrimina e ignora grevistas

"QUER CONHECER UM HOMEM? DÊ PODER A ELE!"
Quem diria que um dia eu iria escrever isso: o governo do PT nacional (Presidente Dilma e Ministros) desvalorizando seus servidores públicos e ignorando grevistas. Um partido (PT) que ganhou força por ter sido destaque na luta por melhoras salariais, mas hoje, no poder, tem agido de forma arbitrária e ditatorial, fechando as portas na cara dos seus servidores e ignorando suas reivindicações. Nada melhor do que o tempo para fazer com que as "máscaras" sejam removidas e possamos "enxergar" a realidade.





Dê uma olhada na reportagem da Veja do dia 22/06/2012:
Greve dos professores das universidades federais: se o futuro do país depende da educação, o futuro da educação depende do quê?
Por Júlia Rodrigues

Deflagrada em 17 de maio, a greve dos professores de universidades federais já abrange 55 das 59 instituições espalhadas pelo país. No balanço do primeiro mês do movimento, o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) garante que o número chegará em breve a 58, e sem vestígios de luz no fim do túnel.

A reunião que deveria juntar nesta terça-feira representantes do Ministério do Planejamento, do Andes e de professores não sindicalizados foi adiada para a próxima semana. É improvável que se chegue a algum entendimento antes das férias de julho. Os docentes pretendem manter a paralisação até que sejam atendidas duas reivindicações. A principal é a reestruturação do plano de carreira ─ hoje, composto por 17 níveis salariais.

“O quadro atual impede os professores de chegarem ao topo”, afirma Clarice Gurgel, do departamento de Estudos Políticos da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Unirio. “Só uma minoria consegue aposentar-se com o teto salarial”. Os grevistas propõem que os níveis do plano de carreira sejam reduzidos a 13. Segundo Paula Marquês, assessora do Ministério do Desenvolvimento, o governo reconhece que são necessárias mudanças, mas ainda não apresentou formalmente nenhuma contraproposta.

A segunda bandeira é a questão salarial. Além de um reajuste, os manifestantes lutam pela incorporação das gratificações ao salário. “Não é justo calcular os aumentos com base apenas no salário”, afirma Clarice Gurgel. “Se incluídas as gratificações, os reajustes serão mais expressivos”. Em março, o governo concedeu um reajuste e uniu a Gratificação Específica do Magistério Superior (GEMAS) ao salário-base, elevando os vencimentos para R$ 1.597.

A quantia é considerada insuficiente pelos professores, que não aceitam um piso inferior ao salário-mínimo ideal de R$ 2.383,28 estipulado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Um dos requisitos para a progressão de carreira são os pontos conquistados pelos docentes com a realização de atividades acadêmicas. “Eles pontuam, por exemplo, com a publicação de artigos, titulação, participação em congressos, programas de extensão e pesquisa”, explica Paula Marquês, assessora do Ministério do Planejamento.

Mais difícil é explicar como é possível lecionar e, simultaneamente, conseguir pontos ganhando tão pouco. “Nossa luta não é por dinheiro”, argumenta a professora Clarice Gurgel. “É contra a precarização do sistema educacional. O governo não se importa com a qualidade do trabalho. Os pontos são dados apenas de acordo com a quantidade. Ficamos enlouquecidos em busca de pontos para conseguir um salário melhor em vez de nos preocuparmos com o conteúdo”.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, admite que há uma relação direta entre reajuste salarial e avanços no ensino. “Não existe qualidade na Educação se a carreira não for valorizada”, disse o ministro à revista Nova Escola. “E isso começa com melhores salários. É fundamental que o piso seja atrativo”. O discurso, até agora, não se materializou na vida real.

Alguns professores lembram que os pretextos invocados pelo governo são semelhantes aos expostos por empresários do ABC, no fim dos anos 70, aos metalúrgicos liderados pelo sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva. “As coisas não mudam do dia para a noite”, alega Paula Marquês. “É preciso entender que o achatamento dos salários dos servidores públicos vem de governos anteriores. Vem de FHC, Collor, Sarney. A situação passou a melhorar a partir de 2007″.

Enquanto aguardam a solução que parece distante, milhares de alunos não sabem como terminarão o semestre. E dividem com milhões de brasileiros a mesma pergunta: se o futuro do país depende da educação, o futuro da educação depende do quê?
Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/greve-dos-professores-completou-um-mes-sem-nenhuma-solucao-a-vista/

Agora estou de volta, vamos continuar conversando sobre o tema.

Veja como as coisas mudam, analisem a fala do Ministro da Educação, Aloízio Mercadante:


Olha o que o jornalista Alexandre Garcia disse sobre a desvalorização dos professores no Brasil:
Assista o vídeo:


Vejamos uma breve fala do jornalista Arnaldo Jabor - Miséria da educação no Brasil não é um acidente:


Continuemos. Porque não priorizar as coisas necessárias, porque não priorizar o que realmente estamos precisando?? Como o Brasil quer fazer, por exemplo, uma Copa do Mundo, se ainda tem tantas coisas a serem melhoradas aqui??? Para melhorar precisa investimento e o Governo Dilma só sabe dizer que não podemos aumentar os gastos, devido à "crise internacional". Pra fazer a Copa não há crise?



Vejam alguns dados:
Brasil 6ª Economia Mundial, 72º lugar na Saúde, 88º lugar na Educação, 84º lugar no Índice Desenvolvimento Humano - IDH e o 3º Pior índice de Desigualdade do Mundo!
Este é o levantamento que fiz na Internet sobre dados do Brasil, pode haver alguma diferença, mas muito pouco.
Com estes dados é impossível não perguntar: pra onde vai todo o dinheiro que pagamos em tantos e numerosos impostos? Por que o país não consegue cuidar de forma digna da sua população?
Fonte: http://waldirwamser.blogspot.com.br/2012/03/brasil-6-economia-mundial-72-na-saude.html

Analise a incoerência entre o que é falado em campanha eleitoral e o que realmente acontece depois que o "homem" alcança o poder. A Presidente DILMA disse em campanha: "Não há como no Brasil se fazer qualidade da educação sem pagar bem o professor". Mas, no entanto, não é isso que temos visto diante da greve dos professores federais.
Assista o vídeo da Presidente Dilma falando isso durante sua camanha eleitoral no debate entre candidatos realizado pela rede Globo. Veja a incoerência com a realidade atual:


Mais promessas de campanha:


Nesse vídeo a Sra. Dilma (já como presidente da república) fala sobre a necessidade de valorização da educação (que incoerência com o que vemos hoje):


Agora vamos ouvir uma reportagem da Band News FM com os repórteres Ricardo Boechat e Mônica Bérgamo. O Ministro Aloizio Mercadante, petista e professor, proferiu a máxima das incoerências desse partido que alega conduzir um governo do povo: "Não negociamos com trabalhadores em greve."


Portanto, meus queridos, não podemos aceitar as coisas como estão. Não devemos aceitar a mentira dos políticos e ficarmos silentes. Devemos lutar por um Brasil melhor e ser for preciso arrancar nas urnas aqueles governantes que não cumprem o que pregaram ou não valorizam o povo brasileiro. Pense nisso!
Passe essa postagem adiante, mostre aos seus amigos, familiares, colegas de trabalho etc, não vamos deixar o povo brasileiro ser enganado.

3 comentários:

  1. Dilma sua filha da puta . por isso não votei em ti , vamos lá , é bala na Dilma sapatão

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  2. É bala na piranha da Dilma sapatão.;.

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  3. é bala na piranha da Dilma sapatão

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